
Seminário de Formação para Orientadores de TCC
Como funciona o Twitter?
. Com reportagem de Rita Trevisan

Trata-se de uma ferramenta que permite que sejam escritas mensagens de até 140 caracteres e enviadas a pessoas pré-cadastradas para tal. Os usuários escolhem de quem gostariam de receber suas mensagens e convidam amigos para compartilhá-las. Os textos, conhecidos por twitts, podem ser publicados na internet ou em mensagens SMS, via celular. Desde sua criação, em 2006, a ferramenta ganhou popularidade em todo o mundo e estima-se que hoje conte com 4 a 5 milhões de participantes.
No Brasil, conquistou notoriedade no segundo semestre de 2008, com um público que costuma usar a internet por mais de 50 horas semanais, atualizando o próprio blog e enviando twitts para compartilhar conteúdo e contatar amigos. Por causa dessas funcionalidades, o Twitter pode ser utilizado em sala de aula para o contato do professor com colegas e alunos, já que representa um espaço de interação e compartilhamento de experiências de ensino e atividades da língua escrita.
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EN caminhamentos: Novos Rumos da Educação
O mapa da pesquisa

Quem mexeu na minha sala de aula?
Este artigo foi publicado originalmente em: RAMAL, Andrea Cecilia. “Quem mexeu na minha sala de aula?”. Pátio – Revista Pedagógica. Porto Alegre: Artmed, Maio – Julho 2009.
O aluno começa a pesquisa entrando numa página da internet e encontra um hipertexto que tem palavras, imagens e links. Clica num lugar, depois em outro, depois em mais outro. De repente não está na mesma página, mas em outra que completa e amplia o assunto inicial. Cai num blog sobre o tema, posta uma mensagem, lê várias. Recebe um chamado no canto da tela: há outro usuário conectado. Conversam por escrito enquanto ele lê notícias em tempo real. Com um programa ouve e grava músicas; em outra janela lê uma mensagem no celular. Liga a câmera, microfone. Trocam informações sobre o que pesquisaram. Novos usuários entram no chat, de outras partes do mundo. O aluno reconstrói sua pesquisa, amplia fragmentos, em dado momento sai do diálogo. Alguns saem, parte continua. A rede se reconfigura, amálgama flexível e fluido, e segue com vida própria.
Esses milhões de crianças e jovens conectados aos monitores constituem uma inteligência coletiva em movimento. Eles não entendem uma vida sem dispositivos tecnológicos e as multimídias - sequer a conheceram. Circulam em muitos lugares. E no mínimo por cinco a seis horas a cada dia, estão numa sala de aula.
Sala de aula: esse espaço construído para ser um templo de saberes abstratos, marcado pelas leis da sociedade da escrita, que organiza o conhecimento como as páginas de um livro: linear, fragmentado, isolado dos demais. Onde há que ler segundo as interpretações corretas. Escola das verdades absolutas, universais e atemporais, da exatidão científica, da razão vitoriosa sobre as incertezas, das aulas expositivas, os horários rígidos e as atividades que se cumprem sem discussão.
Eis que uma nova humanidade entra diariamente pelas portas e janelas dessa mesma sala de aula. E então nada fica no lugar. Porque a experiência da tecnologia digital muda a forma com que nos relacionamos com o conhecimento – e, portanto, a forma de aprender.
Éramos moldados para aprender como num monólogo: alguém fala e é preciso saber repetir. As tecnologias digitais trazem um novo texto, um hipertexto, resultado de uma reunião de vozes e de olhares, construído na soma de muitas mãos. O individual é limitado, vale a construção coletiva. A participação do leitor se faz fundamental. Não somos mais passivos, mas sujeitos de todo percurso.
Cada um constrói o seu itinerário. Em vez de realidades únicas e totalizantes, possibilidades infinitas, abertas e plurais. O leitor se torna autor, o receptor se torna interativo.
Não há mais caminhos únicos nem linearidade. Agora aprender é mergulhar nas malhas da rede, libertar-se das fronteiras, não por uma página depois de outra, mas por links interconectados. Sem os limites tecnológicos, que traziam consigo limites culturais e conceituais, de uma tecnologia de escrita que não permitia a mobilidade e a leveza.
Seis passos para alcançar a excelencia
Como é insustentável cumprir exigências além da capacidade, defende Schwartz, as pessoas perdem qualidade e tendem à mediocridade – o que é péssimo para empregados e empregadores. O sucesso, porém, depende de ser realmente bom em algo. Em artigo publicado no Jornal do Empreendedor, ele dá seis conselhos para alcançar a excelência.
Busque o que você ama
A paixão é o melhor motivador que as pessoas podem ter. Ele alimenta o foco, a resistência e a perseverança.
Faça o mais difícil primeiro
Resolva os problemas de maior atenção e realize tarefas que você considera mais duras primeiro, assim que você chegar à empresa. O começo do dia é o melhor momento para a maioria das pessoas; é quando temos mais energia e menos distrações.
Pratique intensivamente
Trabalhe sem interrupção pelo menos 90 minutos e depois dê uma pausa. Pesquisas dizem que é em 90 minutos o tempo melhor para conseguirmos dar o máximo de foco em determinada atividade.
Procure feedback de especialistas em doses intermitentes
Quanto mais simples e precioso for o retorno, melhor para você fazer os seus ajustes. Cuidado, muito feedback cria uma saturação cognitiva, o que pode aumentar a ansiedade e interferir no aprendizado.
Faça uma pausa regularmente
Relaxe depois de um esforço intenso. Isso não vai apenas rejuvenescer, mas vai metabolizar e incorporar aprendizados. Quando o empreendedor descansa também, ele consegue com mais facilidade ter insights importantes.
Ritualize a prática
A melhor forma de se assegurar que tarefas difíceis serão realizadas é ritualizá-las. Construa momentos específicos, invioláveis, nos quais você pratica aquela determinada tarefa. Isso vai ajudar você a não perder mais tempo depois.
LEITURA CRÍTICA

FILMES EM SALA
A revista Nova escola selecionou 50 grandes sucessos do cinema que rendem atividades em todas as disciplinas, do 1º ao 9º ano. Confira planos de aula com resumo dos enredos e indicação do conteúdo a trabalhar e aproxime sua turma dessa linguagem.
Bacanérrimo! FILMES PARA TRABALHAR EM SALA DE AULA - EDIÇÃO ESPECIALnetworking
1-Seja genuíno e autêntico As pessoas gostam de fazer negócios com pessoas de quem gostam, e ninguém gosta de falsidade. Não importa o quão bom você seja, ou quão incrível seu produto seja, não vai importar se os seus futuros clientes e parceiros pensarem que você está escondendo algo. Seja honesto com quem você é de verdade, represente corretamente a sua empresa e construa relacionamentos genuínos com as pessoas com quem se conecta. A autenticidade vai fazer com que se destaque dos outros e deixar uma boa impressão que vai encorajar as pessoas a quererem fazer negócios com você.
2-Escute mais e fale menos Você já deve ter conhecido uma pessoa que fala muito de si próprio. E deve se lembrar também como isso é desagradável. Na hora de fazer networking, a sua missão é não é provar o quanto você e a sua empresa são legais, mas sim identificar o que há de comum entre você e as pessoas com que se comunica, além de descobrir como você pode estabelecer um relacionamento com elas. No próximo encontro, você deve ter algum assunto para retomar e seguir construindo um relacionamento.
3- Leve somente cinco cartões de visita para cada encontro Muitos especialistas podem discordar desta estratégia, mas vai entender o que queremos dizer se você se lembrar de alguns encontros ou eventos passados, quando levou de volta para casa uma pilha de cartões. De quantos deles você se lembra? Com quantos fechou negócios? Cinco cartões são suficientes, porque networking serve para construir relacionamentos de verdade. Por isso, reserve os cartões para aquelas pessoas com quem você se conectou realmente.
4- Não seja “aquela pessoa” Não seja aquele empreendedor que vai de um em um em um evento distribuindo seu cartão. Esse tipo de pessoa interrompe conversas para dizer quem é e por que você precisa conhecê-lo. E antes quer você tenha uma chance de responder, ela parte para a próxima vítima. Já viu isso, não? Então não seja essa pessoa.
5 – Aproxime-se dos organizadores do evento
A pessoa mais importante do evento é aquela que reuniu os participantes. Procure o organizador, respeitosamente, inicie uma conversa e estabeleça uma conexão. Um bom líder vai apontar você na direção de algumas pessoas-chaves que considera importante você conhecer. E faça a sua parte, indicando eventos desse organizador para outros empreendedores.
veja mais em:
http://blogdosempreendedores.com.br/2011/08/19/cinco-regras-basicas-para-um-networking-eficiente/Videotecas

Pesquisa na Net
No início deste ano, NOVA ESCOLA promoveu encontros com um grupo de professores para entender como os docentes procuram informações para suas aulas na internet. De modo geral, os educadores recorrem a dois campeões de audiência.
O primeiro, nenhuma surpresa, é o Google,www.google.com.br , líder no ranking de sites de busca, preferido por 92% dos usuários brasileiros. O segundo é a Wikipédia, www.wikipedia.com , enciclopédia colaborativa que atingiu, em fevereiro deste ano, a impressionante marca de 17 milhões de verbetes (680 mil deles em português).
Em termos de abrangência e agilidade, não há como competir com esses oráculos da vida moderna. Entretanto, quando o assunto é informação confiável, é preciso tomar alguns cuidados - não apenas nesses dois sites, mas em todo o ciberespaço. A seguir, um link com lições sobre o que, como e onde pesquisar ajuda a melhorar a qualidade de suas buscas virtuais.
http://revistaescola.abril.com.br/formacao/formacao-continuada/mapa-pesquisa-confiavel-internet-tecnologia-629250.shtmlNOMEAÇÃO
Seminário de Educação Inclusiva
Congresso Internacional
Palestra sobre auto estima
Plenária Eja em BH
2 encontro presencial do Curso Mídias na educação UFSJ

