Sugestão de feŕias

Férias chegando, hora de descançar e brincar na rua! Veja como!

FDG - 5º SEMINÁRIO

ACONTECEU EM BH, DIA 22/10/11

Seminário de Formação para Orientadores de TCC

Aconteceu em São Joâo Del REi em 8 de outubro no Campus Dom Bosco. As apresentações foram: Abertura com Marize M.S.Rocha; Mesa redonda com Prf. Dr. josé Antonio Rezende- Prof Orientador e Prof Elton Rezende Santos- tutor NEAD; Orientações sobre Metodologia e Avaliação dos TCC com o Prof Dr Gilberto Damiano e Prof. Marise Santana da Rocha; Finalizando com Conversa entre Coordenadores, Orientadores e tutores .

twitter

Como funciona o Twitter?

. Com reportagem de Rita Trevisan

Reprodução

Trata-se de uma ferramenta que permite que sejam escritas mensagens de até 140 caracteres e enviadas a pessoas pré-cadastradas para tal. Os usuários escolhem de quem gostariam de receber suas mensagens e convidam amigos para compartilhá-las. Os textos, conhecidos por twitts, podem ser publicados na internet ou em mensagens SMS, via celular. Desde sua criação, em 2006, a ferramenta ganhou popularidade em todo o mundo e estima-se que hoje conte com 4 a 5 milhões de participantes.

No Brasil, conquistou notoriedade no segundo semestre de 2008, com um público que costuma usar a internet por mais de 50 horas semanais, atualizando o próprio blog e enviando twitts para compartilhar conteúdo e contatar amigos. Por causa dessas funcionalidades, o Twitter pode ser utilizado em sala de aula para o contato do professor com colegas e alunos, já que representa um espaço de interação e compartilhamento de experiências de ensino e atividades da língua escrita.

Siga-me: sara7lag

EN caminhamentos: Novos Rumos da Educação

FORUM TÉCNICO DE EDUCAÇÃO : SITEMA FECOMERCIO, SESC E SENAC- DIAS 21,22 E 23 DE SETEMBRO 2011, NO SESC PALADIUM /BH

O mapa da pesquisa

A revista Nova escola criou um guia para fugir das cilas e encontrar informação relevante no universo virtual Olhem que interessante! http://revistaescola.abril.com.br/formacao/formacao-continuada/mapa-pesquisa-confiavel-internet-tecnologia-629250.shtml

significado

Revista Pátio, recreio/ Imagem de Edgar Vasquer

Quem mexeu na minha sala de aula?

Este artigo foi publicado originalmente em: RAMAL, Andrea Cecilia. “Quem mexeu na minha sala de aula?”. Pátio – Revista Pedagógica. Porto Alegre: Artmed, Maio – Julho 2009.

O aluno começa a pesquisa entrando numa página da internet e encontra um hipertexto que tem palavras, imagens e links. Clica num lugar, depois em outro, depois em mais outro. De repente não está na mesma página, mas em outra que completa e amplia o assunto inicial. Cai num blog sobre o tema, posta uma mensagem, lê várias. Recebe um chamado no canto da tela: há outro usuário conectado. Conversam por escrito enquanto ele lê notícias em tempo real. Com um programa ouve e grava músicas; em outra janela lê uma mensagem no celular. Liga a câmera, microfone. Trocam informações sobre o que pesquisaram. Novos usuários entram no chat, de outras partes do mundo. O aluno reconstrói sua pesquisa, amplia fragmentos, em dado momento sai do diálogo. Alguns saem, parte continua. A rede se reconfigura, amálgama flexível e fluido, e segue com vida própria.

Esses milhões de crianças e jovens conectados aos monitores constituem uma inteligência coletiva em movimento. Eles não entendem uma vida sem dispositivos tecnológicos e as multimídias - sequer a conheceram. Circulam em muitos lugares. E no mínimo por cinco a seis horas a cada dia, estão numa sala de aula.

Sala de aula: esse espaço construído para ser um templo de saberes abstratos, marcado pelas leis da sociedade da escrita, que organiza o conhecimento como as páginas de um livro: linear, fragmentado, isolado dos demais. Onde há que ler segundo as interpretações corretas. Escola das verdades absolutas, universais e atemporais, da exatidão científica, da razão vitoriosa sobre as incertezas, das aulas expositivas, os horários rígidos e as atividades que se cumprem sem discussão.

Eis que uma nova humanidade entra diariamente pelas portas e janelas dessa mesma sala de aula. E então nada fica no lugar. Porque a experiência da tecnologia digital muda a forma com que nos relacionamos com o conhecimento – e, portanto, a forma de aprender.

Éramos moldados para aprender como num monólogo: alguém fala e é preciso saber repetir. As tecnologias digitais trazem um novo texto, um hipertexto, resultado de uma reunião de vozes e de olhares, construído na soma de muitas mãos. O individual é limitado, vale a construção coletiva. A participação do leitor se faz fundamental. Não somos mais passivos, mas sujeitos de todo percurso.

Cada um constrói o seu itinerário. Em vez de realidades únicas e totalizantes, possibilidades infinitas, abertas e plurais. O leitor se torna autor, o receptor se torna interativo.

Não há mais caminhos únicos nem linearidade. Agora aprender é mergulhar nas malhas da rede, libertar-se das fronteiras, não por uma página depois de outra, mas por links interconectados. Sem os limites tecnológicos, que traziam consigo limites culturais e conceituais, de uma tecnologia de escrita que não permitia a mobilidade e a leveza.

Seis passos para alcançar a excelencia

O jeito que trabalhamos não funciona. Essa é a essência do pensamento de um respeitado consultor de negócios norte-americano, Tony Schwartz, autor de vários livros sobre trabalho. Segundo ele, estudos mostram que apenas uma em cada cinco pessoas se sente envolvida com o seu trabalho. E não é preciso de pesquisas para qualquer um notar que, quanto menos entusiasmo, pior o desempenho de uma empresa. O motivo disso estaria na falsa premissa que as pessoas trabalham como um computador: sem parar, em altas velocidades, por longos períodos de tempo e executando múltiplas tarefas ao mesmo tempo.

Como é insustentável cumprir exigências além da capacidade, defende Schwartz, as pessoas perdem qualidade e tendem à mediocridade – o que é péssimo para empregados e empregadores. O sucesso, porém, depende de ser realmente bom em algo. Em artigo publicado no Jornal do Empreendedor, ele dá seis conselhos para alcançar a excelência.

Busque o que você ama

A paixão é o melhor motivador que as pessoas podem ter. Ele alimenta o foco, a resistência e a perseverança.

Faça o mais difícil primeiro

Resolva os problemas de maior atenção e realize tarefas que você considera mais duras primeiro, assim que você chegar à empresa. O começo do dia é o melhor momento para a maioria das pessoas; é quando temos mais energia e menos distrações.

Pratique intensivamente

Trabalhe sem interrupção pelo menos 90 minutos e depois dê uma pausa. Pesquisas dizem que é em 90 minutos o tempo melhor para conseguirmos dar o máximo de foco em determinada atividade.

Procure feedback de especialistas em doses intermitentes

Quanto mais simples e precioso for o retorno, melhor para você fazer os seus ajustes. Cuidado, muito feedback cria uma saturação cognitiva, o que pode aumentar a ansiedade e interferir no aprendizado.

Faça uma pausa regularmente

Relaxe depois de um esforço intenso. Isso não vai apenas rejuvenescer, mas vai metabolizar e incorporar aprendizados. Quando o empreendedor descansa também, ele consegue com mais facilidade ter insights importantes.

Ritualize a prática

A melhor forma de se assegurar que tarefas difíceis serão realizadas é ritualizá-las. Construa momentos específicos, invioláveis, nos quais você pratica aquela determinada tarefa. Isso vai ajudar você a não perder mais tempo depois.

LEITURA CRÍTICA

Tão importante quanto fazer a leitura crítica de um texto é conhecer um pouco mais sobre as condições de sua produção. Assim, podemos identificar melhor as intenções de quem produz uma mensagem veiculada em qualquer tipo de meio de comunicação – revista, jornal, rádio, TV ou internet. Responda às perguntas. Ao final de cada uma,A nOVA ESCOLA apresenta a alternativa que demonstra maior grau de conhecimento e criticidade. A consultoria é de Rodrigo Ratier, editor do site NOVA ESCOLA e autor de uma dissertação de mestrado sobre mídia e educação na Universidade de São Paulo (USP).

FILMES EM SALA

A revista Nova escola selecionou 50 grandes sucessos do cinema que rendem atividades em todas as disciplinas, do 1º ao 9º ano. Confira planos de aula com resumo dos enredos e indicação do conteúdo a trabalhar e aproxime sua turma dessa linguagem.

Bacanérrimo! FILMES PARA TRABALHAR EM SALA DE AULA - EDIÇÃO ESPECIAL

Turminha vitoriosa da Especialização!

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networking

O networking é uma estratégia para a geração de novos negócios que é usada de diferentes formas desde a invenção da economia. Impossível de ser traduzida ao pé-da-letra, a palavra embute o sentido de fazer da rede de relacionamentos profissionais um instrumento. De fato, pode ser uma ferramenta de marketing efetiva e barata, desde que usada corretamente. Muitos empreendedores, no entanto, não conseguem os resultados esperados por falta de conhecimento sobre as regras desse “jogo”, e acabam afastando em vez de atrair clientes e parceiros. Para não perder a oportunidade de formar parcerias e conquistar mais clientes, veja as cinco dicas de Matthew Toren, do portal norte-americano Young Entrepreneur, para fazer um networking que de fato dê uma guinada na sua empresa.

1-Seja genuíno e autêntico As pessoas gostam de fazer negócios com pessoas de quem gostam, e ninguém gosta de falsidade. Não importa o quão bom você seja, ou quão incrível seu produto seja, não vai importar se os seus futuros clientes e parceiros pensarem que você está escondendo algo. Seja honesto com quem você é de verdade, represente corretamente a sua empresa e construa relacionamentos genuínos com as pessoas com quem se conecta. A autenticidade vai fazer com que se destaque dos outros e deixar uma boa impressão que vai encorajar as pessoas a quererem fazer negócios com você.

2-Escute mais e fale menos Você já deve ter conhecido uma pessoa que fala muito de si próprio. E deve se lembrar também como isso é desagradável. Na hora de fazer networking, a sua missão é não é provar o quanto você e a sua empresa são legais, mas sim identificar o que há de comum entre você e as pessoas com que se comunica, além de descobrir como você pode estabelecer um relacionamento com elas. No próximo encontro, você deve ter algum assunto para retomar e seguir construindo um relacionamento.

3- Leve somente cinco cartões de visita para cada encontro Muitos especialistas podem discordar desta estratégia, mas vai entender o que queremos dizer se você se lembrar de alguns encontros ou eventos passados, quando levou de volta para casa uma pilha de cartões. De quantos deles você se lembra? Com quantos fechou negócios? Cinco cartões são suficientes, porque networking serve para construir relacionamentos de verdade. Por isso, reserve os cartões para aquelas pessoas com quem você se conectou realmente.

4- Não seja “aquela pessoa” Não seja aquele empreendedor que vai de um em um em um evento distribuindo seu cartão. Esse tipo de pessoa interrompe conversas para dizer quem é e por que você precisa conhecê-lo. E antes quer você tenha uma chance de responder, ela parte para a próxima vítima. Já viu isso, não? Então não seja essa pessoa.

5 – Aproxime-se dos organizadores do evento

A pessoa mais importante do evento é aquela que reuniu os participantes. Procure o organizador, respeitosamente, inicie uma conversa e estabeleça uma conexão. Um bom líder vai apontar você na direção de algumas pessoas-chaves que considera importante você conhecer. E faça a sua parte, indicando eventos desse organizador para outros empreendedores.

veja mais em:

http://blogdosempreendedores.com.br/2011/08/19/cinco-regras-basicas-para-um-networking-eficiente/

Videotecas

Todo professor já sabe da importancia de trabalhar com materiais variados em sala de aula. Atualmente utilizar recursos audiovisuais é uma das estratégias mais eficazes.Mas ainda não ocorre de forma contextualizada com a aprendizagem que se planeja... Porque? http://tvescola.mec.gov.br http://revistaescola.abril.com.br/crianca-e-adolescente/comportamento/liguem-tv-vamos-estudar-431451.shtml

Pesquisa na Net

No início deste ano, NOVA ESCOLA promoveu encontros com um grupo de professores para entender como os docentes procuram informações para suas aulas na internet. De modo geral, os educadores recorrem a dois campeões de audiência.

O primeiro, nenhuma surpresa, é o Google,www.google.com.br , líder no ranking de sites de busca, preferido por 92% dos usuários brasileiros. O segundo é a Wikipédia, www.wikipedia.com , enciclopédia colaborativa que atingiu, em fevereiro deste ano, a impressionante marca de 17 milhões de verbetes (680 mil deles em português).

Em termos de abrangência e agilidade, não há como competir com esses oráculos da vida moderna. Entretanto, quando o assunto é informação confiável, é preciso tomar alguns cuidados - não apenas nesses dois sites, mas em todo o ciberespaço. A seguir, um link com lições sobre o que, como e onde pesquisar ajuda a melhorar a qualidade de suas buscas virtuais.

http://revistaescola.abril.com.br/formacao/formacao-continuada/mapa-pesquisa-confiavel-internet-tecnologia-629250.shtml

NOMEAÇÃO

DECRETO N DE 23 DE MARÇO DE 2011 NOMEIA MEMBROS DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDDUCAÇÃO PARA O BIENIO 2010 /2012. SOU UMA DAS REPRESENTANTES EFETIVAS DA SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NO CONSELHO, MAIS UMA VEZ!

Seminário de Educação Inclusiva

Na semana de 25 a 29 de abril de 2011 organizamos a 3 ETAPA DO SEMINÁRIO DE EDUCAÇÃO INCLUSIVA: DIREITO A DIVERSIDADE perfazendo 40hs de curso para dar subsídios a docentes de 50 municipios, inclusive Sete Lagoas, á pratica da Inclusão escolar em ambito da educação publica municipal.

Congresso Internacional

Nos dias 9 e 10 de abril de 2011 estive presente no IV Congresso Internacional de Educação : TRANSTORNOS E DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM, em BH!

Palestra sobre auto estima

No dia 31/03/11 participamos do FÓRUM DE EDUCAÇÃO INFANTIL promovido pelo CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE SETE LAGOAS E PARCEIROS, no qual a psc Junia Guimarães ministrou uma palestra sobre a importancia da AUTO ESTIMA DO EDUCADOR! Foi muito bom!

Plenária Eja em BH

No dia 25/03 estivemos presentes na Plenária de discussão da Eja Mineira. Nessa oportunidade assistimos a palestra que apresentou uma pesquisa sobre o professor de Eja que atua nessa modalidade de ensino em ambito nacional.

2 encontro presencial do Curso Mídias na educação UFSJ

http://thecutestblogontheblock.com//images/rsgallery/thumb/darlingbutterflybackgroundcopy.jpg.jpg Dia 26 de Março de 2011 Avaliação presencial das 8 disciplinas já estudas! Compareceram da nossa turma : 10 alunos! O encontro trascorreu como planejado e no período de 8h as 12h e de 14h as 16h , os cursistas responderam, no total, 16 questões dissertativas.

COMO ACESSAR A PLATAFORMA?

ORIENTAÇÕE: Como Acessar a plataforma Moodle: Curso Mídias em educação:

1) Entre no Site:http://www.nead.ufsj.edu.br/site/

2) Clique em Especialização

3)Após clicar em especialização, escolha a opção Mídias na Educação.

4) Insira o número do CPF e a Senha para acessar a plataforma.

5) Dentro da plataforma você terá acesso a todo o material pedagógico, aos fóruns e tarefas. A próxima tela permite navegar no conteúdo.

5) Para acessar o conteúdo, clique em Introdução a Educação a distância.

6) Nesta tela você terá como acessar o material didático das unidades, leia o conteúdo com atenção para execução das tarefas e interação nos fóruns (Interatividade). Acessando o fórum da turma em interatividade, você pode clicar sobre o tópico e responder ao Tutor ou aos colegas.

7) LEMBRE-SE DE MODIFICAR MEU PERFIL: para que todos possam conhecer vc!

8) Uma vez dentro da plataforma, mdiifique a senha de acesso para uma palavra ou seguuencia de números que só você saiba. Pode ser um nome, um telefone...mas você não pode se esquecer.

DIVULGAÇÃO DE COMO PREENCHER O PERFIL COM FOTO

ACOMPANHAMENTO DIÁRIO DOS ACESSOS E PARTICIPAÇÕES DOS CURSISTAS NA PLATAFORMA

Dia 25 de setembro: primeiro Encontro Presencial

Universidade Federal de São João del-Rei – UFSJ

Universidade Aberta do Brasil - UAB

Curso de Especialização em Mídias na Educação

I ENCONTRO PRESENCIAL

DIAS: 25 de setembro 2010.

LOCAL: Polos de apoio presencial

PROGRAMAÇÃO

Primeira parte

  1. Chegada ao polo – credenciamento inicial
  2. Abertura do encontro – cerimônia local – Coordenadores de polo / convidados do polo
  3. Apresentação do professor representante do curso de Mídias
  4. Apresentação do Vídeo Institucional
  5. Apresentação do NEAD
  6. Apresentação do PowerPoint sobre o curso: objetivos, disciplinas, cronogramas – lembrar de explicar que serão duas disciplinas concomitantes por mês
    1. Apresentação do vídeo dos professores
    2. Falar dos encontros presenciais de avaliação individual da primeira e da segunda parte do curso
    3. Explicar que serão realizadas provas com o conteúdo das 8 primeiras disciplinas ao longo de um único dia
  7. Convidá-los para a segunda parte do encontro – Plataforma de aprendizagem Moodle e acesso ao curso

2ª. Parte

  1. Dinâmica de apresentação / organização dos estudos - Essa atividade poderá ser realizada em pequenos grupos, com um relator que irá explicar o que foi discutido para o grupo geral.
    1. Conhecer a turma, dinâmica de apresentação: pedir que respondam o instrumento de planejamento de tempo e depois comentem:
    2. nome, motivo pelo qual está no curso, quanto tempo terei disponível para os estudos – segundo o resultado do instrumento
    3. como me organizarei para os estudos do curso
    4. Explicitar a necessidade de organização e planejamento para os estudos a distância
  2. Apresentação da disciplina de Introdução a Educação a Distância
  3. Treinamento na Plataforma de Aprendizagem Moodle
Professor Paulo Caetano: Representante da UFSJ
BERNADINO E VIVIANI CÁSSIA: TUTORES A DISTÂNCIA

site do curso

Curso de especialização no qual sou tutora presencial : MÍDIAS NA EDUCAÇÃO www.nead.ufsj.edu.br

Dia 11 de setembro 2010

Em São Joao Del Rei ,dentro da UFSJ, no campus Santo Antonio participAmos da Capacitação de cooRdernadores de Polo e Tutores pela NEAD/ UFSJ.

Novo vínculo!

Ministério da Educação Universidade Federal de São Joao Del Rei Sistema Universidade Aberta do Brasil Núcleo de Educação a Distância Curso de Especialização: Mídias na Educação
Tutoria Presencial no Polo Sete lagoas!!!!
CURSO DE 18 MESES COM PREVISÃO DE TÉRMINO EM FEVEREIRO DE 2012, COM APROXIMADAMETE 425 HORAS AULAS!

Mìdias na Educação

Agora, Tutora do Curso de Extensão de Mídias na educação pela UAB - Universidade Aberta do Brasil e UFSJ novas oportunidades de aprendizagem e comunicação se abram... Que bom! Um novo ciclo, um novo horizonte ...

Adélia Prado

Ensinamento Minha mãe achava estudo a coisa mais fina do mundo.

Não é. A coisa mais fina do mundo é o sentimento.
Aquele dia de noite, o pai fazendo serão, ela falou comigo: "Coitado, até essa hora no serviço pesado". Arrumou pão e café , deixou tacho no fogo com água quente. Não me falou em amor.
Essa palavra de luxo.

Mario Quintana

A Idade de Ser Feliz
Existe somente uma idade para a gente ser feliz,somente uma época na vida de cada pessoa em que é possível sonhar e fazer planos e ter energia bastante para realiza-los a despeito de todas as dificuldades e obstáculos. Uma só idade para a gente se encontrar com a vida e viver apaixonadamente e desfrutar tudo com toda intensidade sem medo nem culpa de sentir prazer. Fases douradas em que a gente pode criar e recriar a vida à nossa própria imagem e semelhança e vestir-se com todas as cores e experimentar todos os sabores e entregar-se a todos os amores sem preconceito nem pudor. Tempo de entusiasmo e coragem em que todo desafio é mais um convite à luta que a gente enfrenta com toda disposição de tentar algo NOVO, de NOVO e de NOVO, e quantas vezes for preciso. Essa idade tão fugaz na vida da gente chama-se PRESENTE e tem a duração do instante que passa.

Arnaldo Jabor

NOSSOS DIAS MELHORES NUNCA VIRÃO?

Ando em crise, numa boa, nada de grave. Mas, ando em crise com o tempo. Que estranho "presente" é este que vivemos hoje, correndo sempre por nada, como se o tempo tivesse ficado mais rápido do que a vida, como se nossos músculos, ossos e sangue estivessem correndo atrás de um tempo mais rápido.

As utopias liberais do século 20 diziam que teríamos mais ócio, mais paz com a tecnologia. Acontece que a tecnologia não está aí para distribuir sossego, mas para incrementar competição e produtividade, não só das empresas, mas a produtividade dos humanos, dos corpos. Tudo sugere velocidade, urgência, nossa vida está sempre aquém de alguma tarefa. A tecnologia nos enfiou uma lógica produtiva de fábricas, fábricas vivas, chips, pílulas para tudo.

Temos de funcionar, não de viver. Por que tudo tão rápido? Para chegar aonde? A este mundo ridículo que nos oferecem, para morrermos na busca da ilusão narcisista de que vivemos para gozar sem parar? Mas gozar como? Nossa vida é uma ejaculação precoce. Estamos todos gozando sem fruição, um gozo sem prazer, quantitativo. Antes, tínhamos passado e futuro; agora, tudo é um "enorme presente", na expressão de Norman Mailer. E este "enorme presente" é reproduzido com perfeição técnica cada vez maior, nos fazendo boiar num tempo parado, mas incessante, num futuro que "não pára de não chegar".

Antes, tínhamos os velhos filmes em preto-e-branco, fora de foco, as fotos amareladas, que nos davam a sensação de que o passado era precário e o futuro seria luminoso. Nada. Nunca estaremos no futuro. E, sem o sentido da passagem dos dias, da sucessibilidade de momentos, de começo e fim, ficamos também sem presente, vamos perdendo a noção de nosso desejo, que fica sem sossego, sem noite e sem dia. Estamos cada vez mais em trânsito, como carros, somos celulares, somos circuitos sem pausa, e cada vez mais nossa identidade vai sendo programada. O tempo é uma invenção da produção. Não há tempo para os bichos. Se quisermos manhã, dia e noite, temos de ir morar no mato.

Há alguns anos, eu vi um documentário chamado Tigrero, do cineasta finlandês Mika Kaurismaki e do Jim Jarmusch sobre um filme que o Samuel Fuller ia fazer no Brasil, em 1951. Ele veio, na época, e filmou uma aldeia de índios no interior do Mato Grosso. A produção não rolou e, em 92, Samuel Fuller, já com 83 anos, voltou à aldeia e exibiu para os índios o material colorido de 50 anos atrás. E também registrou, hoje, os índios vendo seu passado na tela. Eles nunca tinham visto um filme e o resultado é das coisas mais lindas e assustadoras que já vi.

Eu vi os índios descobrindo o tempo. Eles se viam crianças, viam seus mortos, ainda vivos e dançando. Seus rostos viam um milagre. A partir desse momento, eles passaram a ter passado e futuro. Foram incluídos num decorrer, num "devir" que não havia. Hoje, esses índios estão em trânsito entre algo que foram e algo que nunca serão. O tempo foi uma doença que passamos para eles, como a gripe. E pior: as imagens de 50 anos é que pareciam mostrar o "presente" verdadeiro deles. Eram mais naturais, mais selvagens, mais puros naquela época. Agora, de calção e sandália, pareciam estar numa espécie de "passado" daquele presente. Algo decaiu, piorou, algo involuiu neles.

Lembrando disso, outro dia, fui atrás de velhos filmes de 8mm que meu pai rodou há 50 anos também. Queria ver o meu passado, ver se havia ali alguma chave que explicasse meu presente hoje, que prenunciasse minha identidade ou denunciasse algo que perdi, ou que o Brasil perdeu... Em meio às imagens trêmulas, riscadas, fora de foco, vi a precariedade de minha pobre família de classe média, tentando exibir uma felicidade familiar que até existia, mas precária, constrangida; e eu ali, menino comprido feito um bambu no vento, já denotando a insegurança que até hoje me alarma. Minha crise de identidade já estava traçada. E não eram imagens de um passado bom que decaiu, como entre os índios. Era um presente atrasado, aquém de si mesmo. A mesma impressão tive ao ver o filme famoso de Orson Welles, It's All True, em que ele mostra o carnaval carioca de 1942 - únicas imagens em cores do País nessa década. Pois bem, dava para ver, nos corpinhos dançantes do carnaval sem som, uma medíocre animação carioca, com pobres baianinhas em tímidos meneios, galãs fraquinhos imitando Clark Gable, uma falta de saúde no ar, uma fragilidade indefesa e ignorante daquele povinho iludido pelos burocratas da capital. Dava para ver ali que, como no filme de minha família, estavam aquém do presente deles, que já faltava muito naquele passado.

Vendo filmes americanos dos anos 40, não sentimos falta de nada. Com suas geladeiras brancas e telefones pretos, tudo já funcionava como hoje. O "hoje" deles é apenas uma decorrência contínua daqueles anos. Mudaram as formas, o corte das roupas, mas eles, no passado, estavam à altura de sua época. A Depressão econômica tinha passado, como um grande trauma, e não aparecia como o nosso subdesenvolvimento endêmico. Para os americanos, o passado estava de acordo com sua época. Em 42, éramos carentes de alguma coisa que não percebíamos. Olhando nosso passado é que vemos como somos atrasados no presente. Nos filmes brasileiros antigos, parece que todos morreram sem conhecer seus melhores dias.

E nós, hoje, nesta infernal transição entre o atraso e uma modernização que não chega nunca? Quando o Brasil vai crescer? Quando cairão afinal os "juros" da vida? Chego a ter inveja das multidões pobres do Islã: aboliram o tempo e vivem na eternidade de seu atraso. Aqui, sem futuro, vivemos nessa ansiedade individualista medíocre, nesse narcisismo brega que nos assola na moda, no amor, no sexo, nessa fome de aparecer para existir. Nosso atraso cria a utopia de que, um dia, chegaremos a algo definitivo. Mas, ser subdesenvolvido não é "não ter futuro"; é nunca estar no presente.

Amor X sexo

AMOR É PROSA, SEXO É POESIA Sábado, fui andar na praia em busca de inspiração para meu artigo de jornal. Encontro duas amigas no calçadão do Leblon: - Teu artigo sobre amor deu o maior auê... – me diz uma delas. - Aquele das mulheres raspadinhas também... Aliás, que você tem contra as mulheres que barbeiam as partes? – questiona a outra. - Nada... – respondo. – Acho lindo, mas não consigo deixar de ver ali nas partes dessas moças um bigodinho sexy... não consigo evitar... Penso no bigodinho do Hitler, do Sarney... Lembram um sarneyzinho vertical nas modelos nuas... Por isso, acho que vou escrever ainda sobre sexo... Uma delas (solteira e lírica) me diz: - Sexo e amor são a mesma coisa... A outra (casada e prática) retruca: - Não são a mesma coisa não... Sim, não, sim, não, nasceu a doce polêmica ali à beira-mar. Continuei meu cooper e deixei as duas lindas discutindo e bebendo água-de-coco. E resolvi escrever sobre essa antiga dualidade: sexo e amor. Comecei perguntando a amigos e amigas. Ninguém sabe direito. As duas categorias trepam, tendendo ou para a hipocrisia ou para o cinismo; ninguém sabe onde a galinha e onde o ovo. Percebo que os mais “sutis” defendem o amor, como algo “superior”. Para os mais práticos, sexo é a única coisa concreta. Assim sendo, meto aqui minhas próprias colheres nesta sopa. O amor tem jardim, cerca, projeto. O sexo invade tudo isso. Sexo é contra a lei. O amor depende de nosso desejo, é uma construção que criamos. Sexo não depende de nosso desejo; nosso desejo é que é tomado por ele. Ninguém se masturba por amor. Ninguém sofre de tesão. O sexo é um desejo de apaziguar o amor. O amor é uma espécie de gratidão posteriori pelos prazeres do sexo. O amor vem depois, o sexo vem antes. No amor, perdemos a cabeça, deliberadamente. No sexo, a cabeça nos perde. O amor precisa do pensamento. No sexo, o pensamento atrapalha; só as fantasias ajudam. O amor sonha com uma grande redenção. O sexo só pensa em proibições: não há fantasias permitidas. O amor é um desejo de atingir a plenitude. Sexo é o desejo de se satisfazer com a finitude. O amor vive da impossibilidade sempre deslizante para a frente. O sexo é um desejo de acabar com a impossibilidade. O amor pode atrapalhar o sexo. Já o contrrário não acontece. Existe amor sem sexo, claro, mas nunca gozam juntos. Amor é propriedade. sexo é posse. Amor é a casa; sexo é invasão de domicílio. Amor é o sonho por um romântico latifúndio; já o sexo é o MST. O amor é mais narcisista, mesmo quando fala em “doação”. Sexo é mais democrático, mesmo vivendo no egoísmo. Amor e sexo são como a palavra farmakon em grego: remédio e veneno. Amor pode ser veneno ou remédio. Sexo também – tudo dependendo das posições adotadas. Amor é um texto. Sexo é um esporte. Amor não exige a presença do “outro”; o sexo, no mínimo, precisa de uma “mãozinha”. Certos amores nem precisam de parceiro; florescem até mas sozinhos, na solidão e na loucura. Sexo, não – é mais realista. Nesse sentido, amor é uma busca de ilusão. Sexo é uma bruta vontade de verdade. Amor muitas vezes e uma masturbação. Seco, não. O amor vem de dentro, o sexo vem de fora, o amor vem de nós e demora. O sexo vem dos outros e vai embora. Amor é bossa nova; sexo é carnaval. Não somos vítimas do amor, só do sexo. “O sexo é uma selva de epiléticos” ou “O amor, se não for eterno, não era amor” (Nelson Rodrigues). O amor inventou a alma, a eternidade, a linguagem, a moral. O sexo inventou a moral também do lado de fora de sua jaula, onde ele ruge. O amor tem algo de ridículo, de patético, principalmente nas grandes paixões. O sexo é mais quieto, como um caubói – quando acaba a valentia, ele vem e come. Eles dizem: “Faça amor, não faça a guerra”. Sexo quer guerra. O ódio mata o amor, mas o ódio pode acender o sexo. Amor é egoísta; sexo é altruísta. O amor quer superar a morte. No sexo, a morte está ali, nas bocas... O amor fala muito. O sexo grita, geme, ruge, mas não se explica. O sexo sempre existiu – das cavernas do paraíso até as saunas relax for men. Por outro lado, o amor foi inventado pelos poetas provinciais do século XII e, depois, revitalizado pelo cinema americano da direita cristã. Amor é literatura. Sexo é cinema. Amor é prosa; sexo é poesia. Amor é mulher; sexo é homem – o casamento perfeito é do travesti consigo mesmo. O amor domado protege a produção. Sexo selvagem é uma ameaça ao bom funcionamento do mercado. Por isso, a única maneira de controla-lo é programa-lo, como faz a indústria das sacanagens. O mercado programa nossas fantasias. Não há saunas relax para o amor. No entanto, em todo bordel, FINGE-SE UM “AMORZINHO” PARA INICIAR. O amor está virando um “hors-d’oeuvre” para o sexo. O amor busca uma certa “grandeza”. O sexo sonha com as partes baixas. O PERIGO DO SEXO É QUE VOCÊ PODE SE APAIXONAR. O PERIGO DO AMOR É VIRAR AMIZADE. Com camisinha, há sexo seguro, MAS NÃO HÁ CAMISINHA PARA O AMOR. O amor sonha com a pureza. Sexo precisa do pecado. Amor é o sonho dos solteiros. Sexo, o sonho dos casados. Sexo precisa da novidade, da surpresa. “O grande amor só se sente no ciúme” (Proust). O grande sexo sente-se como uma tomada de poder. Amor é de direita. Sexo, de esquerda (ou não, dependendo do momento político. Atualmente, sexo é de direita. Nos anos 60, era o contrário. Sexo era revolucionário e o amor era careta). E por aí vamos. Sexo e amor tentam mesmo é nos afastar da morte. Ou não; sei lá... e-mails de quem souber para o autor.

Arnaldo Jabor

Ruiva com soluços

"O Intransponível (Clarice Lispector) Ela estava com soluço. E como se não bastasse a claridade das duas horas, ela era ruiva. Na rua vazia as pedras vibravam de calor - a cabeça da menina flamejava. Sentada nos degraus de sua casa, ela suportava. Ninguém na rua, só uma pessoa esperando inutilmente no ponto do bonde. E como se não bastasse seu olhar submisso e paciente, o soluço a interrompia de momento a momento, abalando o queixo que se apoiava conformado na mão. Que fazer de uma menina ruiva com soluço? Olhamo-nos sem palavras, desalento contra desalento. Na rua deserta nenhum sinal de táxi. Numa terra de morenos, ser ruivo era uma revolta involuntária. que importava se um dia sua marca ia fazê-la erguer insolente uma cabeça de mulher? Por enquanto ela estava sentada num degrau faiscante da porta, às duas horas. O que a salvara era uma bolsa velha de senhora, com a alça partida. Segurava-a com um amor conjugal já habituado, apertando-a contra os joelhos. Foi quando se aproximou a sua outra metade neste mundo, um irmão em Grajaú. A possibilidade de comunicação surgiu no ângulo quente da esquina, acompanhando uma senhora, e encarnada na figura de um cão. Era um basset lindo e miserável, doce sob sua fatalidade. Era um basset ruivo. Lá vinha ele trotando, à frente de sua dona, arrastando seu comprimento. Desprevenido, acostumado, cachorro. A menina abriu os olhos pasmada. Suavemente avisado, o cachorro estacou diante dela. sua língua vibrava. Ambos se olhavam. Entre tantos seres que estão prontos para se tornarem donos de outro ser, lá estava a menina que viera ao mundo para ter aquele cachorro. Ele fremia suavemente, sem latir. Ela olhava-o sob os cabelos, fascinada, séria. Quanto tempo se passava? Um grande soluço sacudiu-a desafiando. Ele nem sequer tremeu. Também ela passou por cima do soluço e continuou a fitá-lo. Os pêlos de ambos eram curtos, vermelhos. Que foi que se disseram? Não se sabe. Sabe-se apenas que se comunicaram rapidamente, pois não havia tempo. Sabe-se também que sem falar eles se pediam. Pediam-se com urgência, com encabulamento, surpreendidos. No meio de tanta vaga impossibilidade e de tanto sol, ali estava a solução para a criança vermelha. E no meio de tantas ruas a serem trotadas, de tantos cães maiores, de tantos esgotos secos - lá estava uma menina, como se fora carne de sua ruiva carne. Eles se fitavam profundos, entregues, ausentes de Grajaú. Mais um instante e o supenso sonho se quebraria, cedendo talvez à gravidade com que se pediam. Mas ambos eram comprometidos. Ela com sua infância impossível, o centro da inocência que só se abriria quando ela fosse uma mulher. Ele, com sua natureza aprisionada. A dona esperava impaciente sob o guarda-sol. O basset ruivo afinal despregou-se da menina e saiu sonâmbulo. Ela ficou espantada, com o acontecimento nas mãos, numa mudez que nem pai nem mãe compreenderiam. Acompanhou-o com os olhos pretos que mal acreditavam, debruçada sobre a bolsa e os joelhos, até vê-lo dobrar a outra esquina. Mas ele foi mais forte que ela. Nem uma só vez olhou para trás." (Publicado originalmente em 25/10/1969 no JB, republicado no livro A descoberta do mundo, Ed. Rocco, página 243)